quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Milícias: Preso novamente vereador acusado de integrar milícia na Região dos Lagos











Preso novamente vereador acusado de integrar milícia na Região dos Lagos


Rio, 25/09/2010 - Policiais da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) prenderam, na manhã de hoje, em Iguaba Grande, na Região dos Lagos, o vereador de Araruama Sérgio Roberto Egger de Moura. A prisão foi decretada após agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro terem denunciado a sua participação em crimes relacionados à milícia. Esta foi a segunda vez que o vereador foi preso este ano.

Egger foi encaminhado para a 129ªDP (Iguaba Grande) e, de lá, deve ser conduzido, ainda hoje, para a Polinter de Araruama. O vereador responderá, no Tribunal do Júri de Araruama, a uma ação penal por tentativa de homicídio e denunciação caluniosa.

Suspeito de chefiar uma milícia que atua na Região do Lagos, Egger é acusado de ser o mandante de um atentado, efetuado no último dia 28 de novembro, contra a vida do policial militar Manoel Fonseca Domingues. Na ocasião, o PM, que trabalhava na repressão ao transporte ilegal na região, foi alvo de um atirador, quando voltava para casa, na Rua Castelo, em Araruama.

Supostamente para desmentir o registro de ocorrência feito pela vítima, Egger esteve na 118ª DP (Araruama), dias depois do crime, alegando que um de seus comparsas teria sido atacado pelo policial no momento que saía de uma farmácia. De acordo com promotores do Gaeco, a denúncia teria tumultuado o caso, provocando uma investigação policial contra Domingues.

Fonte Globonline


Milícias: Grilagem em Vargem Grande, Recreio e Barra da Tijuca









Justiça decreta a prisão de delegado aposentado e policiais civis acusados de grilagem.

O condomínio de luxo construído em uma área loteada com base em documentos fraudados.

RIO - Apontado como chefe de uma quadrilha ligada à grilagem de terras no Recreio dos Bandeirantes, o delegado aposentado da Polícia Civil Renato Caravita de Araújo, de 70 anos, teve a prisão decretada nesta quarta-feira pela 31ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça. Policiais da Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco) estão nas ruas para tentar encontrá-lo. Três outros integrantes do bando - dois policiais civis da ativa e um empresário - também tiveram as prisões preventivas decretadas. Inicialmente, foi informado que os policiais e o delegado já haviam sido presos, o que ainda não ocorreu.

No último dia 26, o delegado e 18 pessoas tinham sido denunciadas à Justiça por promotores do Ministério Público do Rio. O grupo é acusado de formação de quadrilha e parcelamento ilegal do solo, além de crimes ambientais e patrimoniais. Conforme O GLOBO noticiou em abril o bando utilizava laranjas, empresas de fachada e ramificações no 4º , 5º e 11º cartórios de Ofícios de Notas para forjar documentos, tomar posse e vender terrenos até em áreas de preservação ambiental.

A quadrilha chefiada por Renato Caravita, segundo a denúncia, foi responsável pela falsificação de escrituras para lotear uma área de 42 mil metros quadrados, na Estrada Vereador Alceu de Carvalho, no Recreio dos Bandeirantes. No local foi erguido o Condomínio Planície do Recreio. As investigações da Draco revelaram inicialmente que a escritura de cessão de posse da área estava em nome de Antônio Pereira de Souza, um estrangeiro que nunca existiu.

As prisões de Caravita, do empresário Eloy Ferreira e dos inspetores de Polícia Civil Ricardo Eugênio Pazeli e Edward Brum da Silveira, foram decretadas em função de os quatro terem sido reconhecidos como autores de ameaças de morte contra uma das testemunhas do processo. Em novo depoimento prestado na última semana ao promotor Felipe Cuesta, da 31ª Vara Criminal, a testemunha M. confirmou ter sido alvo de ameaças, inclusive com armas apontadas a sua cabeça.

Foi a partir de denúncias de M. que o delegado Claudio Ferraz, da Draco, e promotores do MP passaram a investigar o bando. Uma das vítimas do grupo, M., investiu R$ 220 mil na compra e construção de uma casa no Condomínio Planície do Recreio. O empreendimento imobiliário foi criado com base em documentos forjados.

Um dos denunciados escreveu livro sobre grilagem

O esquema detalhado pelas promotoras Christiane Monnerat e Márcia Velasco, da 19ª Promotoria de Investigação Penal (PIP), mostra que, entre junho de 1998 e dezembro de 2003, o laranja Sebastião Ferreira Campos teve registrado no 11º Ofício de Notas 205 escrituras de cessão de direitos possessórios, negociadas à época por R$ 55 mil, cada uma.

De acordo com a denúncia, antes do desmembramento, Sebastião figurava como detentor da área, por meio de uma ação de usucapião. Na denúncia, os promotores ressaltam que a quadrilha fazia o "uso de ações judiciais de usucapião a fim de tentar legitimar e dar maior credibilidade à fraude".

A promotora Christiane Monnerat acrescenta que um dos denunciados, o advogado Aldair Gomes de Oliveira, atuava como uma espécie de mentor intelectual do bando. Especialista em direito imobiliário, Aldair é autor do livro "Loteamentos irregulares, construções ilegais e favelas. Choque de legalidade", classificado pela promotora como um manual de grilagem e falsificação de documentos de posse.

Num dos trechos do livro, usado pela promotora para sustentar a denúncia, o advogado define:

"As autoridades continuam inertes e quando acordarem deste sono profundo verão que tudo estará irregular. E virão com fiscais e a polícia para reprimir, quando a ilegalidade for irreversível e só receberão em troca desgaste político."

Apontado como chefe do esquema, o delegado Caravita chegou a atuar como coordenador técnico da CPI do Parcelamento do Solo, em 2002, na Câmara de Vereadores do Rio. A comissão era presidida pelo então vereador Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho, que concedeu ao delegado moção de congratulações e foi preso cinco anos depois sob acusação de chefiar uma milícia em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.

O delegado aposentado da Polícia Civil Renato Caravita de Araújo, de 70 anos, que estava foragido da Justiça há uma semana, se entregou à 31 Vara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio, na noite desta segunda-feira. Caravita, dois outros policiais civis e um empresário tiveram as prisões preventivas decretadas, no último dia 4. Eles foram acusados de ameaçar de morte a testemunha M., responsável por denúncias sobre o envolvimento do grupo na grilagem de terras no Recreio dos Bandeirantes.

Apontado como chefe do bando, Caravita foi levado à carceragem da Polinter. No último dia 26, o delegado aposentado e outras 18 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público. O grupo é acusado de formação de quadrilha e parcelamento ilegal do solo, além de crimes ambientais e patrimoniais. O bando utilizava laranjas e ramificações em cartórios para forjar documentos e vender terrenos até em áreas de preservação ambiental. O empresário Eloy Ferreira e os inspetores Ricardo Pazeli e Edward Brum continuam foragidos.


Fonte Globonline

Grilagem paramilitar: Milícias loteiam e cobram ingresso pela utilização de áreas públicas











Grilagem paramilitar: Milícias loteiam e cobram ingresso pela utilização de áreas públicas

Praça principal do bairro de Gardênia foi gradeada e transformada em campo de futebol. Os moradores têm que pagar R$ 20,00 para jogar no campo. Foto de Gabriel de Paiva

RIO - Investigações da Polícia Civil revelam que as milícias vêm estendendo suas atividades à grilagem e aos loteamentos ilegais de áreas públicas e privadas em Jacarepaguá, no Recreio dos Bandeirantes e na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. No Gardênia Azul, em Jacarepaguá, por exemplo, grades impedem o acesso das crianças a um campo de futebol semigramado. Para jogar no espaço, cada time tem que pagar R$ 20. Neste caso, a praça pública é controlada pelo sargento bombeiro Cristiano Girão, suspeito de chefiar a milícia na região, conforme mostra a reportagem do Globo deste domingo.

As áreas com maior incidência de irregularidades são Rio das Pedras, Gardênia Azul, Camorim, Anil (Jacarepaguá), Terreirão (Recreio), Vargem Grande, Vargem Pequena e Itanhangá. Além do trabalho da polícia, a expansão desse tipo de atividade pode ser avaliada pelo número de intimações emitidas à Secretaria Municipal de Obras: 111 nos últimos dez meses. Todas por ocupação irregular de áreas públicas no Recreio, em Vargem Grande, Vargem Pequena e Camorim.

Acusados de chefiar milícias dirigem CPI

Segundo dados da Secretaria municipal de Urbanismo entregues à CPI da Câmara dos Vereadores que investiga as irregularidades, os loteamentos em situação irregular são mais de 300 na região da Zona Oeste. O detalhe é que o presidente da CPI é o policial civil Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho (PSDB), e o relator, o líder comunitário Josinaldo Francisco da Cruz, Nadinho de Rio das Pedras (DEM). Os dois parlamentares, no entanto, são citados em inquéritos por suspeita de chefiar as milícias em seus redutos eleitorais.

Fonte Globonline

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

PENAS MAIS DURAS PARA AS MILÍCIAS





















Rio, 14/08/20009 - O Congresso Nacional tem uma força-tarefa de parlamentares para aprovar na Casa a inclusão do crime de milícia no Código Penal. Pelo projeto de lei do deputado federal Luiz Couto (PT-PB), a pena será de 4 a 8 anos de prisão, podendo ser aumentada em até 50% em caso de lesão corporal. Os maiores alvos são as milícias e os grupos de extermínio. Com isso, seria criada a variação 288A do artigo 288, que atualmente trata dos crimes de formação de quadrilha e bando armado. Até o início da semana que vem, será definido o relator do projeto. O mais cotado para a função é o deputado petista e ex-procurador de Justiça do Rio Antônio Carlos Biscaia. O projeto tramita em regime de urgência nas comissões de Constituição e Justiça e Cidadania e de Segurança Pública.


A discussão sobre a repressão aos crimes cometidos por milicianos ganhou força no Congresso ano passado, após a tortura de equipe de O DIA, na Favela do Batan. Quarta-feira, os chefões do grupo paramilitar denominado ‘Águia’, o policial civil Odinei Fernandes da Silva, de 35 anos, o ‘01’ ou ‘Águia’, e Davi Liberato de Araújo, 32, foram condenados a 31 anos de prisão por tortura, roubo e formação de quadrilha. A sentença foi dada pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Bangu, Alexandre Abrahão Dias Teixeira.

“Espero que essa decisão seja mantida nos tribunais superiores para que eles paguem essas penas. A impunidade não pode ser marca registrada para esses criminosos”, afirmou Luiz Couto. Mais quatro acusados de integrar milícia, desta vez, em Jacarepaguá, vão responder na Justiça Militar. O envolvimento da dupla foi denunciado em série de reportagem Dossiê Milícia, publicada por O DIA em junho do ano passado.

Membro das comissões de Constituição e Justiça e Segurança do Congresso, Antônio Carlos Biscaia defende penas duras. “Aplaudo o juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira. É dessa maneira que o judiciário contribui. Foi a partir da tortura à equipe de O DIA que a sociedade acordou para o perigo que representa as milícias”, avaliou. A opinião do parlamentar foi reforçada pelo colega Raul Jungmann (PPS), presidente da Comissão de Segurança e Combate ao Crime Organizado: “Bato palmas para o juiz. A pena é dura, mas necessária”.

Quando entrar em pauta o projeto de lei que cria o crime de milícia, os deputados vão analisar as emendas feitas pelo Senado. Entre elas, a que suprimiu o artigo 6º, que previa a aplicação do artigo 288A fosse feito pela Justiça Federal. Para o presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Enrique Santos Calderón, a Justiça é uma das formas de combater a impunidade. Ele usou a decisão judicial que condenou os responsáveis pela tortura a equipe de O DIA como exemplo. “Esperamos que esta decisão abra precedentes no Brasil, que é um dos países cuja Justiça é mais atuante em toda a América Latina na defesa da liberdade de imprensa e do trabalho dos jornalistas”, declarou.

Em nota, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) tratou a punição como fundamental para que não ocorram novas agressões a jornalistas e violações à liberdade de expressão. A Abraji ressaltou ainda a a necessidade de o Estado garantir o exercício profissional dos jornalistas e o direito pleno da cidadania. “A sociedade não pode ser refém do crime organizado”, afirmou, em nota.

Ontem, a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania aprovou projeto que permite ao MP pedir revisão criminal. A ação visa a substituir uma sentença definitiva por outra, que absolva o réu ou diminua a pena. Se não houver recurso para votação pelo plenário, a proposta seguirá para o Senado.

Miliciano perde até porte de arma

O cerco começa a se fechar sobre a milícia de Rio das Pedras. Quatro líderes do grupo paramilitar de Jacarepaguá poderão ser expulsos da Polícia Militar a partir de várias denúncias — entre elas, as reportagens de O DIA sobre o enriquecimento do bando nos últimos anos. Dono da casa de shows Castelo das Pedras, o vereador em São Gonçalo e sargento PM Geiso Pereira Turques (PDT) teve revogado o direito de portar arma e responderá a Conselho de Disciplina. Até a carteira funcional do policial será acautelada, como determina o Boletim Interno da PM de terça-feira.

O mesmo tipo de colegiado vai definir se o sargento reformado Dalmir Pereira Barbosa será expulso da PM. A formação do Conselho foi decretada em boletim de 4 de março. Investigações da Polícia Federal (PF) apontam que o policial acumulou, junto com o irmão Dalcemir Pereira Barbosa, mais de R$ 7 milhões em patrimônio. Os dois foram indiciados pela PF por lavagem de dinheiro e extorsão.

A situação também está complicada para dois oficiais. O capitão reformado da PM Epaminondas de Queiroz Medeiros Junior será submetido ao Conselho de Justificação. Ele também é réu na por enriquecimento ilícito na 10ª Vara de Fazenda que vai decidir se aceita o pedido de sequestro de bens feito pelo Ministério Público.

O major Dilo Pereira Soares Júnior também poderá ser expulso da PM. Em 2008, O DIA mostrou que o oficial morava em apartamento avaliado em R$ 2 milhões.


Polícia mais perto dos assassinos de Nadinho

O quebra-cabeça sobre o assassinato do ex-vereador Josinaldo Francisco da Cruz, o Nadinho, começa a ser montado na Delegacia de Homicídios (DH). A polícia já sabe que os matadores do ex-vereador entraram no Rio 2 pelo acesso reservado aos moradores. Um dos cerca de 20 vigias da empresa Dinâmica contou na DH que o Audi entrou no condomínio depois de um dos matadores dizer que era segurança de Nadinho.

Outro dado que acendeu o sinal de alerta na delegacia foi o fato de o laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli apontar que uma mesma arma tentou matar a viúva do inspetor Félix Tostes, Maria do Socorro, e Nadinho, no ano passado. Socorro prestou depoimento dizendo que Dalmir e Dalcemir seriam interessados em sua morte.


PUNIÇÕES

MAIS UM EXPULSO DA PM

A Polícia Militar parece disposta a cortar na própria carne. Ontem, o Boletim Interno da corporação publicou a expulsão do cabo Roberto Ramos dos Santos Júnior, o Betinho, lotado no Departamento Geral de Pessoal (DGP). O policial é acusado de integrar um grupo de extermínio na Vila do Sapê, em Jacarepaguá. Segundo duas testemunhas, ele também estaria envolvido em casos de tortura, com transporte alternativo irregular e venda de drogas e gás ilegal.


PRISÕES DE MILICIANOS AUMENTAM

Ano a ano, aumenta o número de prisões de acusados de envolvimento com milícia. Em 2006, apenas cinco pessoas foram detidas. No ano seguinte, o número subiu para 24. Já em 2008, foram 78 milicianos postos na cadeia — com destaque para os bandos comandados pelo ex-PM Fabrício Fernandes Mirra (Zona Norte) e o ex-vereador Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho (Zona Oeste). Este ano, já foram presos 151 acusados.


Fonte O Dia

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

CIDINHA CAMPOS: COM A VIDA EM RISCO POR NÓS


Deputada acusa Cidinha Campos denuncia Girão na polícia



Cidinha Campos formalizou a terceira denúncia contra o vereador em um ano. Bombeiro afirma que é vítima de ‘perseguição política’


Rio de Janeiro, 6 de agosto 1- A deputada estadual Cidinha Campos (PDT) formalizou ontem denúncia contra o vereador Cristiano Girão (PMN) na Delegacia de Homicídios (DH) — a terceira em menos de um ano. Segundo a parlamentar, o sargento bombeiro estaria planejando sua morte e a do filho, Ricardo Campos Strauss, quando eles estivessem em Búzios.


Na polícia, Cidinha já acusara um suposto amigo de Girão de seguir o carro de Ricardo duas vezes, ano passado na Barra da Tijuca. O militar será convocado a prestar depoimento na semana que vem.


No relato, em setembro, Cidinha afirmou que o Meriva placa LUH-0768 passou a perseguir o filho após o bate-boca que teve com Girão na CPI das Milícias da Assembleia Legislativa. Na época, a deputada disse que muitas pessoas tinham medo do bombeiro. Ele retrucou: “Menos o seu filho, que é meu amigo e frequenta as minhas festas”. Após a sessão, Cidinha prestou queixa na DH.


Depois de semanas de investigação, a polícia descobriu que Marcio Lima era o condutor do Meriva. “Na parte traseira do veículo do cara tinha um cartaz do Girão. Além disso, quando foram intimá-lo para depor, ele estava junto com o bombeiro. Estou cansada dessas ameaças”, afirmou Cidinha, que terá o aval da Secretaria de Segurança para pedir escolta quando necessário.


Ontem, a chefe de gabinete do vereador, Regina Notini, divulgou nota do bombeiro sobre o caso: “Cristiano Girão esclarece que nunca ameaçou a deputada nem seu filho e exige do secretário de Segurança rigor na apuração da acusação feita pela deputada, pois vem sofrendo perseguição política. Por fim, se coloca à disposição para esclarecimentos com relação à acusação leviana”.


Ontem, o Ministério Público Estadual recorreu da decisão da Justiça de recusar o sequestro de bens de Girão. Ele foi denunciado por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. A decisão agora caberá à 4ª Câmara Cível.



Por Thiago Prado, O Dia.